OIBR4 Análise Gráfica

Atendendo pedido do amigo Miguel de Portugal que sempre tem contribuído e muito com belas informações vindas da Europa sobre a operação da Portugal Telecom com a OIBR.

Estou tranquilo com a OIBR4 pois da a impressão de ter ocorrido o fundo de uma onda 5 no diário. Curiosamente no mesmo período em que comentei isso descobri 3 análises de especialistas em Elliott desenhando a mesma coisa que eu tinha visto e fiz esse alerta neste site.

Hoje OIBR4 segue com fluxo de OBV (on-balance volume) compatível com o que espero ser um movimento de oba-oba, ou seja, furando os 1,99 tem tudo para trazer alegrias aos acionistas.
Na imagem abaixo segue os destaques que fiz no OBV que dão a dica de estarmos vivendo um momento de FORTE ACUMULAÇÃO DE COMPRA.
OBV-OIBR

 

Abaixo segue o grafismo com destaque em dois pontos importantes, ter o rompimento de 1,99 e já tivemos o rompimento ascendente de uma Linha de Tendência Baixista. Estou otimista e espero estar certo nessa observação gráfica.

OIBR4

 

 

– Ductor Marcus –

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Ductor Marcus

Advogado Tributarista, Teólogo e Trader com mais de 20 anos de experiência no Mercado Financeiro. Todo o conteúdo desse site baseia-se exclusivamente na opinião dos escritores não fazendo qualquer tipo de recomendação de investimento. Não se responsabilizando por perdas, danos (diretos, indiretos ou incidentais), custos e lucros cessantes. Este site é mantido em conformidade com a Constituição Federal de 1988 no seu Art. 5°, IX : "É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;"

13 thoughts to “OIBR4 Análise Gráfica”

  1. Nem eu imaginava uma esticada tão grande. Qual será a dimensão da correção (10%)? Quase que vale a pena vender (parte) e comprar depois…

    1. Olá Miguel, quando algo está muito barato subir 20% não é nada…
      A zona de resistência é 2,30 na oibr4, range de correção pode facilmente se de 10% ou até mais.
      Se isso for mesmo uma onda1 a onda2 volta quase tudo para dai sair a mais longa de alta que é a onda3.
      Lógico se for seguir essa teoria né…

      1. Mas quem está a longo prazo, não é muito coerente, logo seria mudar de estratégia a meio do “jogo” (é preciso paciência e resiliência nas quedas). Teria mais lógica reforçar nessa correção forte e aguardar pela onda 3 para realizar a venda. Tenho lido outros analistas brasileiros e parece-me pacífico, pelo menos, que a OI BR 4 possa atingir os 3$ ainda este ano, caso não hajam surpresas…

          1. Não abona muito a favor da minha coerência enquanto investidor, mas os meus “bolsos” agradecem”, ou seja, comprei 2/3 (ainda mantenho 1/3) a 0,85$US em finais de Maio (OI ADR) e vendi hoje a 0,97$US, ganhei no câmbio (Eur/US) e na valorização da OI. Este sucesso, em parte, deve-se ao seu contributo, por isso se visitar Portugal tem um jantar garantido. Acha que pode voltar a 0,85$US? Quero comprar novamente…

  2. Para quem investe a curto prazo (o que não é o meu caso), a sua dica do fundo de onda 5, teria possibilitado um ganho de quase 15% em dias. O meu método é a intuição informada e as suas análises são um bom pilar no meu investimento PT/OI.

    1. Bela observação Miguel. É importante não esquecer que se foi mesmo uma onda5 agora estamos em onda1 que depois corrige forte em onda2 para dai sair a onda mais forte de alta que é onda3. – Ductor Marcus –

  3. Como está a Oi a cumprir os cinco compromissos feitos aos investidores?
    Cinco compromissos estão no foco da equipa de gestão, mas a transformação do modelo de negócio da Oi é o maior desafio que a empresa tem pela frente. A resposta a este desafio está na capilaridade, produtividade e mudança cultural da empresa.

    No passado dia 29 de Abril, um importante objetivo foi cumprido no processo de fusão da PT com a Oi: a subscrição de ações no âmbito do aumento de capital da operadora brasileira, que totalizou 13,96 mil milhões de reais (4,5 mil milhões de euros).

    Hoje sabemos que o sucesso desta operação esteve diretamente dependente do sucesso do roadshow realizado pela equipa executiva de Zeinal Bava junto de investidores e analistas. Que o presidente executivo da Oi não faz promessas assume compromissos já o sabemos. Por isso, cinco compromissos foram assumidos nesse roadshow, que agora estão no foco de todos os colaboradores.

    Apesar dos compromissos já serem conhecidos (veja aqui a notícia), voltamos a este tema para relembrar os principais resultados e medidas que estão a ser implementadas no mercado brasileiro.

    TRANSFORMAÇÃO DO MODELO DE NEGÓCIO
    Capilaridade da rede, produtividade e mudança cultural. São estes os três fatores decisivos no âmbito da transformação do modelo de negócio da Oi, de acordo com Zeinal Bava. O maior desafio é mesmo o da mudança cultural e, para que aconteça, a empresa precisa de deixar de pensar exclusivamente no negócio fixo para pensar em múltiplos serviços para um cliente. Convergência é a palavra-chave.

    No âmbito da transformação do modelo e de negócio nos vários segmentos da Oi, em termos do segmento Residencial, a Oi relançou o seu serviço de televisão e aumentou os esforços nas ofertas Oi Voz Total e Oi Conta Total. Na Mobilidade Pessoal, a operadora continuou a fazer mais progressos com o Oi Galera, Tudo por Dia e na agregação de novos pacotes de dados. No segmento Corporativo e Pequenas e Médias Empresas, a Oi também continuou a progredir em serviços de data center, cloud e serviços de TIC.

    CONTROLO DO OPEX
    O OPEX tem vindo a cair 4,8 % ano a ano. Como? Através do esforço significativo na transformação das operações de campo, incluindo através da implementação do Click, da reengenharia de processos, da capacitação de técnicos multitarefa, da renegociação do escopo e dos termos de grandes contratos com fornecedores, a par da transformação de TI.

    A Oi também se concentrou na otimização dos custos fixos e no controlo rígido de despesas gerais e administrativas, incluindo a redução das horas extras, o incentivo à conta online, entre outras iniciativas.

    Zeinal Bava pede para que as equipas mantenham a forte disciplina de custos, até porque este é um indicador que o mercado vai avaliar para apurar se a empresa está a entregar resultados.

    CONTROLO DO CAPEX
    No primeiro trimestre de 2014, o Capex diminuiu 29 %, comparando com o período homólogo do ano passado. Esta descida reflete uma abordagem mais granular nos investimentos e foco no reforço da parceria com os principais fornecedores. Para o presidente da Oi, trata-se de um tema de “inteligência na escolha e capacidade de investimento”.

    O que é que isto significa? A redução do número de fornecedores, renegociação de contratos importantes, foco na otimização do custo total (capex + opex) da rede, além da captura de sinergias de rede entre diferentes tecnologias e através da partilha da rede com outros parceiros.

    MONETIZAÇÃO DE ATIVOS
    Durante o primeiro trimestre do ano, a Oi fez progressos na monetização de ativos, tendo concluído a venda do segundo lote de torres móveis em março de 2014. Tanto o valor desta venda como o da venda da GlobeNet têm um impacto positivo no fluxo de caixa, incluindo opex, capex e considerações fiscais.

    Por que motivo é a monetização de ativos importante? Para “aumentar a nossa flexibilidade financeira e para financiar o nosso fluxo de caixa”, refere Zeinal Bava.

    MAXIMIZAÇÃO DE SINERGIAS
    Em relação à combinação dos negócios da PT e da Oi, o compromisso é alcançar sinergias no valor de 261 milhões de reais, o equivalente a cerca de 86 milhões de euros. Diversas iniciativas de integração foram tomadas em vários segmentos de negócios e nas operações:

    • Mais de 20 iniciativas para promover a conetividade residencial e otimizar a acessibilidade;
    • Aposta na mobilidade total, mediante criação de planos de dados pré-pagos, ofertas para o segmento jovem, otimização de redes, campanhas de marketing;
    • Investimento na convergência com criação de plataforma de produtos 3 e 4P;
    • Foco nos serviços B2B, com nova estratégia de mercado, soluções integradas no portefólio cloud e redefinição de soluções de acesso de fibra;
    • Entrega de qualidade, nas vendas e em tecnologias de informação;
    • Eficiência operacional com o turnaround nos processos e políticas para ajuste de contas.

    1. Olá Miguel, acredito que o mercado agora espera a concretização dessa fusão e inclusive a troca do nome das ações. A partir dai no primeiro balanço trimestral é que vamos ver se o prometido está sendo cumprido. A OIBR tem feito muita venda de antenas e vendeu até imóvel. O material que você postou é excelente, vamos ficar de olho!
      Obrigado por ter compartilhado tais informações. – Ductor Marcus –

      1. Continuarei a colocar todas as informações que considere pertinentes, acredito que é importante interagir. Se os compromissos forem cumpridos, nem será preciso ser na íntegra, é óbvio que a fusão será um sucesso. A OI BR4 já passou os 1,99, por isso a confiança aumenta. Todas as peças do puzzle estão a encaixar e a longo prazo o quadro só pode ser lindo!!!

  4. Agradeço a consideração, as suas opiniões têm sido vitais na consolidação da minha aposta nesta fusão. Vamos ser vitoriosos!!!

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