Perigo no Gráfico da OIBR4 e agora pode corrigir

Desde ontem a OIBR4 está passando por fortes altas, hoje o motivo está relacionado com a oferta de compra da TIM.
Se a OIBR comprar a TIMP3 o mais normal é que as ações da TIMP3 se valorizem e as da OIBR passem por alguma correção já que ela vai se desfazer de parte do caixa para a compra da TIM.

Graficamente o movimento de hoje me coloca em alerta pois se movimentou de forma peculiar a uma nova formação de topo, então quem comprou ontem deve ficar muito atento ao lugar em que vai deixar o Stop. – Ductor Marcus –

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Se subir o que pode acontecer…

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– Ductor Marcus –

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Ductor Marcus

Advogado Tributarista, Teólogo e Trader com mais de 20 anos de experiência no Mercado Financeiro. Todo o conteúdo desse site baseia-se exclusivamente na opinião dos escritores não fazendo qualquer tipo de recomendação de investimento. Não se responsabilizando por perdas, danos (diretos, indiretos ou incidentais), custos e lucros cessantes. Este site é mantido em conformidade com a Constituição Federal de 1988 no seu Art. 5°, IX : "É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;"

42 thoughts to “Perigo no Gráfico da OIBR4 e agora pode corrigir”

  1. http://veja.abril.com.br/blog/mercados/ … -diz-site/

    BILIONARIO FRANCES QUER COMPRAR PORTUGAL TELECOM
    O grupo francês Altice poderia comprar a Portugal Telecom (PT) como parte de uma fusão entre a Oi e a TIM Brasil.

    Quase todos os dias há especulação…será por isso que a PT está muito acima do valor de troca (PT=2,1Oi)?

      1. http://www.bloomberg.com/news/2014-11-20/telecom-italia-said-to-seek-mandate-to-explore-oi-deal-in-brazil.html

        A confirmar-se este cenário, aliás já o previa, quase que seria somar 1+1 (mas nem sempre dá 2….kkk!) vai tornar-se a maior empresa do setor no Brasil, logo a dívida da OI será facilmente gerível e vai trazer enormes vantagens para quem nunca desistiu. Manda a prudência para aguardar (tranquilamente)….é muito cedo para cantar vitória!

          1. A suprema das ironias, é a venda da PT Portugal por 7,4 mil milhões € (metade da dívida da OI) que irá “salvar” a OI e posterior consolidação com a TIM. O mercado tem reagido de uma forma muito estranha…

          2. Miguel a impressão que me dá é que estão acumulando, ontem o preço ficou praticamente de lado com alto volume. Operação de Tubarão.

      1. Já sabia! Vender PT é uma heresia, em vez de fusão, chamar-se-ia uma OPA (pseudo) amigável…o importante é uma fusão OI/TIM e para isso chega vender a Unitel.

        1. Saiu no infomoney a seguinte notícia hoje:
          A operadora Oi terá papel de “protagonista” no processo de consolidação do mercado brasileiro de telecomunicações, disse na quinta-feira o presidente interino da empresa, Bayard Gontijo, evitando comentar se esse papel será de compradora ou alvo de aquisição.

          Ontem, dia em que as ações da companhia desabaram mais de 10% na BM&FBovespa, Gontijo declarou que a fusão da Oi com a Portugal Telecom não será desfeita, após a saída do presidente-executivo Zeinal Bava na terça-feira. Bava era considerado um dos arquitetos da união das duas companhias, que tem entre os objetivos reduzir o endividamento da Oi.

          – Graficamente estou avaliando uma especulada pessoal na compra já que fechou o enorme gap de diário. –

          1. Curiosamente, comprei oi adr a 0,558 (hoje), porque a consolidação é inevitável, o mais lógico seria a fusão OI/TIM, no entanto, não é de excluir a compra da TIM (mas a Telecom Italia não está interessada) ou a TIM comprar a OI (o Estado Brasileiro só em desespero permitirá). Para a OI a possível vitória do Aécio poderá ser positiva?

          2. A questão do Aécio pesa mais para as Estatais a OI está muito por fora mais por essa negociação toda de fusão e outros mais.
            Quem mais sofre efeito de uma vitória do Aécio é Petrobrás, Banco do Brasil, Eletrobrás outros bancos também entram no festival de altas.
            A OI realmente está com vida independente.

      2. Começo a ficar descrente, porque as cotações não mentem. Nas próximas semanas se não houver evolução positiva, talvez venda e assuma o prejuízo…

          1. Enquanto acionista da OI, acho que a compra partilhada da TIM é um erro, porque está a pagar um prémio muito acima do razoável (pior que isso só nada fazer). A solução duradoura e sustentada para a OI é juntar-se à TIM e abater grande parte da dívida e aí os lucros serão uma certeza. A OI , demonstrou ao longo dos anos, quão mal foi gerida e o mais paradoxal é que muitos pequenos acionistas (e não só) continuam a querer distribuição de dividendos em 2014, basicamente o erro permanente desta empresa. Se a fusão com a TIM avançar, manterei a posição (ou reforço), se não ocorrer isto pondero vender, porque a gestão da OI não transmite confiança e não é por ficar com 25% da TIM que passará a ser lucrativa. Imperioso é uma gestão profissional e competente.

      1. O importante é resolverem logo isso porque já passou da data tolerável e por conta disso as ações ficam caindo.
        O investidor espera definição operacional dessas fusões, compras etc… e depois disso analisar o resultado trimestral para dai ter uma real noção se o negócio foi bom ou ruim.

    1. http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Telecom/interior.aspx?content_id=4328521

      Esta fusão é um embuste, há indícios flagrantes que a Oi sabia do investimento na Rio Forte, por isso cada um deveria ficar com os seus activos, sendo o melhor ativo a PT Portugal. A Oi nunca quis um operador lusófono, somente queria usar os ativos da PT para tapar o passivo monstruoso. Se não fosse isso a OI já teria falido ou vendida aos pedaços. O maior erro da PT foi vender a Vivo para comprar um moribundo. Esse foi o momento decisivo para a destruição de valor.

      1. Caro Miguel apesar da absurda dívida da OIBR não acredito que o Governo deixasse isso acontecer pois a empresa é muito grande e dizem por ai que um filho do Lula é acionista de peso.

    2. Gosto do Brasil, mas esta história da PT/OI, se houvesse justiça, teria que ser revertida.

      “A PT SGPS pediu, por escrito, à PriceWaterhouseCoopers (PwC), para retirar do relatório final da auditoria ao empréstimo de 897 milhões de euros à Rioforte as referências a responsabilidade de actuais e ex-administradores na operação que se veio a revelar ruinosa para a empresa.

      Na prática, a PT pediu para que fosse retirada a identidade de detentores de cargos em órgãos sociais da empresa, responsáveis pelos ruinosos actos de gestão, como constava de uma das primeiras versões do relatório, discutida no conselho de administração a 13 de Novembro.

      Ao que o PÚBLICO apurou, a consultora acatou o pedido do cliente, e o relatório final entregue na terça-feira à PT já não contém as referências a responsabilidades individuais nas decisões que desvalorizam fortemente a empresa.

      Entretanto, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e o Ministério Público, na sequência das buscas realizadas na terça-feira às duas empresas, terão recolhido elementos referentes às diferentes versões do relatório da auditoria. As buscas aconteceram no âmbito de um inquérito por suspeitas de participação económica em negócio e burla qualificada, aberto na sequência de uma queixa do regulador do mercado de capitais.

      Os relatórios anteriores apontavam para acusações graves a actuais e ex-administradores da holding portuguesa, designadamente ao ex-presidente Henrique Granadeiro e ao ex-presidente executivo da Oi, Zeinal Bava, nomes que entretanto já não deverão configurar no relatório final da PwC.

      O PÚBLICO também apurou que alguns dos quadros e ex-quadros da PT que foram ouvidos no âmbito da auditoria quiseram mudar os primeiros depoimentos, o que ajuda a explicar o atraso na apresentação do relatório final, pedido pela PT no Verão, e que vem dar razão às suspeitas da CMVM de que poderia estar em curso uma adulteração das conclusões do primeiro relatório.

      Na edição desta quarta-feira, o PÚBLICO avançou que uma das conclusões graves da auditora é de que a PT emprestou dinheiro à Rioforte a taxas de juro inferiores àquelas que suportava no mercado para se financiar.

      A CMVM já está na posse do relatório final de auditoria, que, no entanto, ainda não foi disponibilizado aos accionistas, o que deve acontecer nas próximas horas, já que o conselho de administração da PT, reunido nesta quarta-feira, decidiu manter a data da assembleia geral, marcada para a próxima segunda-feira, dia 12.

      O encontro de accionistas, onde vai ser votada a venda dos activos da PT Portugal (serviço fixo, móvel, banda larga e televisão paga) aos franceses da Altice, pode ter um desfecho inesperado.

      É que a auditoria deixará claro que os brasileiros da Oi sabiam da exposição da PT à Rioforte e, sendo assim, não se justifica a revisão das condições de fusão entre as duas empresas, aprovada em Setembro. A PT, que inicialmente ficava com uma participação de 37% da Oi, viu a participação cair para 25,6% na sequência do “buraco” gerado pelo investimento na Rioforte..

      O PÚBLICO apurou que na reunião do conselho de administração desta quarta-feira, um número significativo de administradores bateu-se pela reversão dos termos de fusão.

      Entretanto, aumenta o número de pessoas que defende a nulidade da operação. Fernando Ulrich, presidente executivo do BPI, defendeu isso menos, em entrevista à Reuters: “Espanta-me que ninguém faça nada para travar esta fusão, que é uma tragédia para os accionistas da PT SGPS”, afirmou.

      Também o presidente da ATM, associação de investidores e analistas técnicos, que tem uma acção no Tribunal do Comércio de Lisboa a pedir a nulidade da fusão, admite essa possibilidade.

      A edição online do Expresso avançou nesta quarta-feira que o presidente da mesa da assembleia geral da PT, Menezes Cordeiro, terá defendido, em carta enviada ao conselho de administração, que haverá fundamentos jurídicos para pedir a nulidade da fusão.

      Em forte desvalorização continuam as acções da PT SGPS, que ontem encerraram a desvalorizar 19,48%, para 0,65 euros, fixando um novo mínimo histórico. Os títulos replicam a queda das acções da brasileira Oi, porque a venda dos activos da PT Portugal, fundamental para amortizar dívida, está agora mais difícil. A CMVM decidiu suspender venda a descoberto de acções da PT na sessão desta quinta-feira.»

      Fonte:
      http://www.publico.pt/economia/noticia/ … te-1681536

  2. E que tal esta hipótese…

    Promissor este desenvolvimento, porque em circunstâncias normais a OI não abdicaria de participar no leilão das 3 licenças de 700mhz, nem que não fosse para obrigar as restantes 3 operadoras a subirem licitações, e a mostrar presença (o custo das licenças é de somenos).

    O facto de não ir tb tem a ver com questões técnicas, porque a faixa de 2.5mhz e de 1.8mhz cobrem de facto todo o país (e também porque o 5G está a começar agora fase de testes no Japão e daqui a 2 anos…..).
    Sobretudo, existirá uma opção estratégica prévia e tomada por parte da OI (e quem sabe de outra operadora), de OPA ou de fusão.

    1. Pois é amigo Miguel, esse setor no Brasil é uma bola de neve em forte expansão.
      Agora essa novela de quem vai ficar com a OI ou com quem a OI vai ficar é o babado do momento.
      abraço Ductor Marcus

    2. Brazil’s Oi Won’t Participate in Country’s Airwave Auction
      Quarta, 24 de Setembro de 2014
      By Rogerio Jelmayer

      SAO PAULO–Brazilian telecom giant company Oi SA (OIBR, OIBRC, OIBR4.BR) said Tuesday that it won’t participate in next week’s public auction of 4G wireless-airwave licenses.

      “Oi already possesses a diversified spectrum portfolio to meet the growing demand for mobile data, which allows it to provide competitive voice and data services, in addition to extensive Wi-Fi and fixed-line networks, which ensures an extensive reach of the company’s operations in Brazil,” the company said.

      Brazil’s telecommunications regulator, Anatel, earlier Tuesday received proposals from companies which want to participate in the auction of 4G wireless auctions on Sept. 30.

      It received proposals by others major players in Brazil, Spain’s Telefonica SA (TEF, TEF.MC), known as Vivo; TIM Participacoes (TSU, TIMP3.BR), which is the local unit of Telecom Italia SpA (TI, TIT.MI); Claro, the local unit of Mexico’s America Movil SAB (AMOV, AMX, AMX.MX), along with Algar Telecom.

      Anatel will unveil details of the proposals, along with the winners of the auction, on Sept. 30.

      The government plans to raise more than 8 billion Brazilian reais ($3.33 billion) through the auction and will use the proceeds to strengthen its books. With the economy slowing and growth in tax revenue eroding, Brasilia in recent years has relied on extraordinary events, such as oil-lease sales, to bolster its accounts.

      The process will cost at least BRL11.86 billion for telecommunication companies. Of that, BRL8.26 billion represents the price to be paid to the government by companies to get licenses. The balance will be used to pay companies to remove television broadcasters who are currently using the spectrum, Anatel said.

      Write to Rogerio Jelmayer at rogerio.jelmayer@wsj.com

        1. ainda pode acontecer muita coisa…não acredito que seja a subida “definitiva”, mas já fiz uma mais valia de 9% em menos de 1 semana…

          1. mais notícia boa chegando
            O grupo europeu de telecomunicações Altice informou ter feito uma oferta inteiramente financiada para comprar os ativos portugueses da Portugal Telecom da Oi.
            By Rogerio Jelmayer

            SAO PAULO-Brazilian telecom giant Oi SA (OIBR4.BR) confirmed Monday that it had received a proposal from Luxembourg-based Altice SA (ATC.AE) to buy PT Portugal, and said the Brazilian company’s board will evaluate the offer.

            Oi, however, didn’t unveil a timetable for the board to conclude its evaluation.

            Earlier Monday, Altice said it has made a binding offer to buy PT Portugal from Oi SA, valuing the Portuguese telecom business at EUR7.03 billion ($8.8 billion).

            The offer is for the Portuguese assets of former state monopoly Portugal Telecom, but excludes Portugal Telecom’s Rio Forte debt securities, Oi treasury shares and Portugal Telecom financing vehicles, Altice said in a statement.

            Altice said the offer values the assets at an enterprise value of EUR7.03 billion on a cash and debt-free basis. If the offer is accepted, the deal would be financed with new debt and existing cash from Altice, the group said.

            Ruth Bender contributed to this article.

            Subscribe to WSJ: http://online.wsj.com?mod=djnwires

    1. Depois dessa confusão toda por conta da BES estabelecer um preço para OI é uma tarefa bastante complexa.
      O ideal é buscar por previsão de grandes bancos pois só eles tem poder financeiro para levantar algo nem que seja de forma articulada.
      Continuo com uma visão pessoal muito otimista para a OIBR no longo prazo tem tudo para dar certo e notícias boas começam a aparecer exatamente por conta disso. – Ductor Marcus –

    2. 15h16- Reuters
      Vivo, TIM e Claro se cadastram para leilão 4G; Oi e Nextel ficam de fora
      A Oi, que fechou o primeiro semestre com dívida líquida de cerca de 46 bilhões de reais, informou que optou não se credenciar para o leilão e que vai usar a faixa de 2,5 GHz
      BRASÍLIA (Reuters) – As operadoras Vivo, TIM Participações e Claro se cadastraram nesta terça-feira para participar do leilão da faixa de frequência de 700 MHz para telefonia móvel de quarta geração (4G). Oi e Nextel ficaram de fora.

      O leilão ocorre em 30 de setembro. A faixa de 700 MHz é considerada importante para complementar a frequência de 2,5 GHz comprada pelas operadoras no leilão em 2012 e que arrecadou 2,93 bilhões de reais

      Após o fim do prazo para credenciamento das empresas interessadas no leilão, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já iniciou trabalhos de recebimento de eventuais propostas dos grupos que se cadastraram, que incluíram também a Algar Telecom.

      1. E que tal esta hipótese de um investidor…

        Promissor este desenvolvimento, porque em circunstâncias normais a OI não abdicaria de participar no leilão das 3 licenças de 700mhz, nem que não fosse para obrigar as restantes 3 operadoras a subirem licitações, e a mostrar presença (o custo das licenças é de somenos).

        O facto de não ir tb tem a ver com questões técnicas, porque a faixa de 2.5mhz e de 1.8mhz cobrem de facto todo o país (e também porque o 5G está a começar agora fase de testes no Japão e daqui a 2 anos…..).
        Sobretudo, existirá uma opção estratégica prévia e tomada por parte da OI (e quem sabe de outra operadora), de OPA ou de fusão.

    3. A PT Portugal (já) está à venda (A PT SGPS tem poder de veto)

      A Altice abriu oficialmente a corrida pela aquisição da PT Portugal. O tiro de partida dos franceses, pré-anunciado na semana passada na entrevista do presidente executivo do grupo que controla a Cabovisão em Portugal ao Económico, vai ser seguido nas próximas semanas por outros interessados.
      A Altice abriu oficialmente a corrida pela aquisição da PT Portugal. O tiro de partida dos franceses, pré-anunciado na semana passada na entrevista do presidente executivo do grupo que controla a Cabovisão em Portugal ao Económico, vai ser seguido nas próximas semanas por outros interessados.
      Porque se é verdade que a PT Portugal não está oficialmente à venda, também já é claro que os brasileiros que controlam a Oi querem sair já de Portugal, querem dinheiro para financiar o que poderá vir a ser a movimentação de consolidação do sector no Brasil.
      Os franceses oferecem 7,025 mil milhões de euros pela PT Portugal, incluindo a dívida, claro, que está entre os 5,5 e os seis mil milhões. Com um EBITDA a tocar nos mil milhões por ano, o que está em causa é um múltiplo de sete vezes, o que está em linha com as melhores operações feitas no sector actualmente. Há um pequeno senão: 800 milhões só serão pagos a prazo, não se sabe ainda qual, com base em receitas e EBITDA futuros. É uma oportunidade para os prováveis concorrentes.
      Para a Altice, a compra de uma empresa como a PT Portugal é uma oportunidade única. Está em Portugal com a Cabovisão e com a Oni. É pouco. Ainda por cima, entraram mal no mercado, com uma agressividade que pôs o mercado de pé-atrás. Para a Oi, é o melhor activo que têm para fazer dinheiro, e é evidente nas notícias das últimas semanas que está ofensiva está mais ou menos articulada com a Oi, ou melhor, com a parte brasileira da Oi. Os accionistas portugueses da Oi, a PT SGPS, estão do outro lado. O único que é defensável para encerrar esta história que não é bonita. Têm por isso de usar o poder de veto que têm no âmbito do acordo de fusão para garantirem que a venda da PT Portugal serve para alguma coisa e não apenas para a entrada de dinheiro fresco hoje para tapar buracos passados e futuros. Porque a Oi já era um buraco financeiro antes do buraco de cerca de 900 milhões na Rioforte, coisa que alguns parecem esquecer. Para quê? Para comprar melhor no processo de consolidação no Brasil.
      E para a PT Portugal? A venda pode ser o melhor dos negócios, desde que quem compre queira mesmo investir no crescimento da empresa. Porque, hoje, isso não é verdade para os brasileiros da Oi.

      E mais esta notícia:

      http://observador.pt/2014/11/03/pt-sgps … -portugal/

  3. Como era de esperar, a fusão foi aprovada, porque os grandes acionistas votaram a favor. No entanto, não me restam dúvidas que a OI sabia deste investimento ruinoso, por isso será sempre polémico. Venha a CorpCo e esperemos que o cenário de consolidação faça o resto…

  4. A OI (e a PT) é um exercício meramente especulativo, de investimento, para já, não tem nada…
    Esta história da TIM, nesta altura, é um “filme” com alguns objectivos, um dos quais para que os acionistas da PT aprovem a fusão, obviamente, será aprovada, porque os pequenos não contam. FIz uma pequena mais valia na PT, à conta deste episódio, mas a minha confiança está abalada, contudo a OI é protegida pelo “sistema”, logo terei que ter paciência…

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